Quem sou eu

Minha foto

Escritora e Poetisa amante da natureza

UMA FOTO EM PRETO E BRANCO

29/03/2012

PRESENTE




Um dia olhando pro céu
Vi uma estrela cadente
Sentei-me ao relento, ao léu,
Tentando ver novamente
Mas um anjo apareceu
Muito maior do que eu
Disse: tudo isso é seu
... Deu-me a Lua de presente!

Peguei a Lua com a mão
Guardei bem dentro do peito
Bem perto do coração
Longe de qualquer sujeito
E agradeci ao bom anjo
Trajado de belo arcanjo
- Deixa que o resto eu arranjo
... E dei à Lua o meu leito!

A Lua sorriu pra mim
Me deu um beijo e corou
E esse amor que não tem fim
Foi assim que começou
Nunca mais fico sem ela
Fico olhando da janela
Quando ela passa tão bela
Como quando aqui chegou!


Ineifran Varão
29MAR2012


24 comentários:

LUCONI disse...

Luna que coisa mais linda, acho que teu coração saiu pela boca, parabéns aos dois por tão belo amor, beijos Luconi

SONINHA disse...

Lindo demais!!!! Parabéns aos dois!!!
Um excelente fim de semana!!!
Beijos meus!

Anônimo disse...

Se a lua fosse tua,,,
De praxe iria retrucar.
Muita pretensão da sua parte.
Só com ela querer ficar.
E com dedo em riste na sua cara.
Iria lhe falar.
Que a lua não pode, não deve ser só sua.
Toma jeito menina.
Com essa sua inspiração.
E por merecimento ti tomo a lua.
E entrego aos namorados.
E pago para ver.
Qual o anjo.
Que retificará tamanha decisão.
JC.

Anônimo disse...

Pode chorar.
Até se espernear.
Pois ira ver a lua.
Assim como todos a tem.
E se não gostar.
Tem o direito de resposta.
E como consolação.
Será contemplada com o menor meteorito que rasgar o Céu.
E não mais insista em tamanha pretenção.
Se a lua não é sua e nem é minha.
Só pode ser de todos.
História contada ao redor da fogueira.
A meia noite de uma sexta feira.
Iluminada por uma magnífica.
Lua cheia.
JC.

Ineifran Varão disse...

Ao se olhar no espelho
Cubra o rosto com uma fronha
Não meta pois o bedelho
Tenha um pouco de vergonha
Colocar o dedo em riste
Quem o fez não mais existe
Se duelar inda insiste
Te mando pra Patagonha

Nunca vi desafiante
Vir querer me dar conselho
É insano, delirante,
Ou não passa de um fedelho
Por isso fica na tua
Que minha é sim a Lua
Seja em casa ou na rua
Não queira apanhar de relho

Preste atenção, ‘rapazim’
Ao falar da minha Lua
Faço você ‘picadim’
E jogo no ‘mei’ da rua
Os cachorros vão lamber
O teu couro até arder
Que é pra ‘tu’ compreender
Nunca foi nem será tua!

Anônimo disse...

Olha aqui seu cabra abusado.
Antes de você nascer.
A lua já existia.
E de bom conselho.
Não lhe dou.
E trate de me arespeitar.
Pois não sou o dono.
Mas gosto de passear.
Pela lumidade dessa lua.
E trate de ficar calado.
Pois o silencio e o seu lugar.
Primeiro que você nem foi chamado nessa converssa.
E já veio de mané metendo o bedelho.
A lua nem é minha,nem é sua.
Mas se você ficar insistindo.
Nessas trovas sem nexo ou sexo.
Lhe digo cabra da peste.
Se arrede pois o meu punhal esta afiado.
Não compro disaforo.
Nem levo gato por lebre.
Estais avisado.
Por essa terra que me viu nascer.
Por essa terra que vai me ver morrer.
Não gosto de entrar em brigas.
Mas pelo seu disaforro.
Dou uma boiada para não sair...
JC.

Anônimo disse...

Presado senhor Varão meu desafeto.
Procure uma cama para dormir.
Deixa a lua para quem e novo e gosta de namorar.
Os seus argumentos estão mais pra lá do que prá cá.
E cabra macho que sou.
De brigar já até desistir.
Vá que lhe dê uma pernada.
E o senhor franco como e.
Vai logo dizendo, calma meu amigo.
Deixa disso só estava brincando.
Pode levar a lua para onde quiser.
Ai vai dar o dito por dito posso ate lhe perdoar.
Mas um cascudo vai levar.
Para não se meter com quem estava quieto.
Só por causa de uma muié.
JC.

Ineifran Varão disse...

Rapaz você tome jeito
Num brinque cum coisa séria
Meu punhá também bem feito
Num gosta de ouvir pilhéria
Coça dentro da bainha
Num respeita ladainha
Nem gosta de piadinha
Recheada de bactéria

Já mandei caboco assim
La pros quintos dos inferno
Mandei fazer boletim
Cum foto dele de terno
Sem cabeça no pescoço
No lugar fiz um caroço
Joguei o resto no poço
Pra apodrecer no inverno!

Anônimo disse...

Ai, ai, ai.
Dessa prosa faço um verso.
Pois não sou de me distrair.
E nem me envolver em futrico.
Sem bem de ele me sair.
Prezado senhor meu desafeto.
Abra os seus olhos e se enxergue.
O modo que venho a ter.
Eu um grande poeta.
O maior vendedor de cordel.
Com paciência e maledicências.
Digo-lhe e não mando dizer.
Que o último homem que se meteu comigo.
De há muito já partiu.
Pegou um rabo de foguete.
Com ida sem ter a volta.
Mas Com tigo vou ser complacente.
E já guardei até o meu punhal.
Peça desculpa que dou o dito por não dito.
Fico com a lua e o senhor vai embora.
Já mandei o meu recado.
É pegar ou largar.
Acho bom o senhor se asso segar.
Não gosto de bater nem em criança.
Mas para modo de não me aperrear.
Pense bem seu Varão.
Essa é a última oportunidade que lhe dou.
Pois caso contrario.
Abro um parênteses.
E rasgo o estatuto do velho.
JC.

Ineifran Varão disse...

Meu patrimônio defendo
Faz parte da natureza
Ao duelar não me ofendo
Se duelar com nobreza!
Faço a minha baioneta
Escrever como caneta
Por isso não mais se meta
Pois faço a minha defesa!

Cala essa boca, rapaz,
Essa que ri e gargalha,
Porque malandro demais
Quase sempre se atrapalha
Se tu fosses de cordel
Eu cortaria no papel
A corda do teu rapel
... Ias cair que nem u’a palha!

Mas tenho pena de ti
Que se arrasta morro acima...
Vou terminar por aqui
Tua conversa não me anima
Eu vou te dar um conselho
Toma tento, seu fedelho,
(Tu és o cricri do pentelho)
Se queres alguma estima!

Registrei a minha Lua
Faz parte do patrimônio
Vai por mim, fica na tua,
Fica lá com teu demônio
Pois trago a Lua no verso
Qu’espalho pelo universo
Teu falar é controverso
Verdadeiro pandemônio!

Mas valeu a interação
No exercício do duelo
E presta muita atenção
No corte do meu cutelo
Sangro boi, sangro boiada
Sei que a Lua é admirada
Mas deve ser respeitada
Por marmanjo ou por bruguelo!

Anônimo disse...

Tai.
Se tivesse medo.
De conversa fiada.
Mulher velha e picadeiro.
Fugia de alma danada.
E velho sem conversa e caloteiro.
Sujeito.
Poe tinha de bordel.
Mire se num espelho.
A lua nunca será tua.
Verdadeiro embusteiro.
E na volta do ponteiro.
E que ti marco camarada.
Você é muito de falar.
Mas coragem mesmo.
Ficou por lá.
Por isso é que lhe digo.
Sem pestanejar.
Se afaste da minha lua.
Ou por meio ou por inteiro.
Pra modo de me assusegar.
Em cachorro magro não se bate e nem se deixa bater.
É só levantar o dedo.
Que ele corre quietinho procurando onde ficar.
E se você sangra boi. Sangra boiada.
Cabra da peste inteligente.
Com o sarrabulho desse sangue.
Eu sangro muito mais do que gente.
Pois no corte do seu cutelo.
Foi que o vigário bateu o martelo.
Dou lhe duas, dou lhe três.
Senhor apegau.
Pode levar.
A lua é toda sua.
Minguante, crescente, cheia e nova.
E se não gostar.
Pra modo de não se aporrinhar.
Leve a de mel.
Para se empanturrar.
E não se amofine.
Pois os cachorros passam.
E a carruagem uiva.
JC.

Anônimo disse...

Em briga de jagunço gordo.
Malandro não mete a cuié.
Peixeiras riscando no chão.
Apegaua e Varão.
Só prá modo de se saber.
Quem com a lua iriam ficar.
E se sangrou boi sangrou boiada.
E de tão cansado que ficou. Varão, pois a se deitar, com os cachorros.
Apegaua esperto que só.
Cabra de dar nó em pingo d’água.
De aparar o sangue e comer a buchada, mas nunca sangrar.
Sem que precise fosse.
Mandou-se com a lua.
Direto pra bacia.
Para seu reflexo beijar.
Dessa prosa estipulada.
Martelada com encho.
Foi que carreguei a minha pilha.
Pra modo de o rádio cantar.
Pois as aves que aqui cantam.
De tristeza querem chorar.
Presas numa gaiola.
Só para o carceireiro agradar.
E não fico o dia inteiro.
Com a vontade de falar.
Mané.
Vocês dois são uns Mané.
Pois se a lua tivesse dono.
Logo estaria lotada.
Com prestação sem entrada.
Pois todos dela queriam se fincar.
E a moça toda abóboda.
Nem saberia o que falar.
Pois a duvida estaria lhe roendo.
Quem seria o seu dono.
Dessa contenta.
Faço um aparte.
Quanto mais vocês brigarem.
Mais aqui eu me divirto.
Pois se o galo já cantou.
E se o macaco assobiou.
Ponho-me a rir.
Da bobagem de dois embusteiros.
JC.

Ineifran Varão disse...

Rapaz inconveniente,
Que sofre de obsessão
Se faz metido a valente...
Num agüenta um safanão!
Se vacilar escorregas,
Vais arrebentar as pregas,
Co’as asneiras que carregas,
Por ser teimoso e turrão!

Sossega, vai lá pro mato...
Vai cuidar dos teus mosquitos;
Vai catar os carrapatos,
Contar cocô dos cabritos...
Eu aqui num tenho medo,
Te derrubo com um dedo,
Tu num passa de arremedo,
Te assusto só com meus gritos!

Sou poeta, menestrel
Dono do mundo e da Lua!
Vou do palácio ao bordel,
Comigo ninguém caçua!
Cum você num faço aposta,
Seu besouro rola-bosta,
Na pexera faço posta
Dessa língua véia tua!

Quando falar no meu nome,
É bom prestar atenção:
Três vezes o sobrenome!
Bebo teu sangue na mão,
Do couro inda faço estrago,
Seu cachorro véio gago,
Te afogo dentro dum lago,
Com tua quinta geração!

Quanto ao que disse o vigário,
Fica na vontade tua,
Caboco besta, ele otário
E o teu lugar é na rua.
Tu vais beber sarrabulho,
Misturado cum entulho,
Enquanto dou um mergulho
... No lago da minha Lua!
(ha ha ha...)

Esse caba que ta aí
Apreciando a contenda
Num é daqui é daí;
Eu espero que ele entenda
Que puxa-saco é jirau;
Diz que é esperto o apegau
Os dois são cara-de-pau
Pé inchado lá da venda.

Se bandeou pra tua rua,
Porque é da tua laia!
Pensando que a Lua é tua...
Esse boca de lacraia!
Fala, pois, a esse coitado,
Que assinei o atestado:
Tu e ele – dois finados,
Vão se enterrar lá na praia!

Pra terminar essa história
E dar descanso ao papel,
Vou cantar a minha glória,
Em noite de menestrel,
Pois a luz que do céu vem
É da Lua que me tem,
Que é minha e de mais ninguém
... E aqui termino o cordel!

Ineifran Varão disse...

Oiqui ocê rapaizim
Num vem mexê cum ieu não
Quem taqui é o minerim
Num é mais sinhô Varão
Casquele foi na fazenda
Mai ieu tô vena a contenda
Doceis dois lá da moenda
Mió qui televisão!

Tô veno cocê num presta
Nem messs pra disafià
Cocê té ieu faço a festa
Botocê já pra dançá
Inté ocê largá a mão
Dimpricá cum seu Varão
Quié um grande cidadão
E ocê tem qui arrespeitá!

Sapassado ieu vi oceis
Brigano purcasda Lua
Mai chegou a minha veis
Dispaiá pur toda a rua
Vou mandá ocê pro além
Papará cum esse trem
Cas num gosdi nhenhenhém
E iela nunca foi sua!

Vou dexá ocê tontim
De num sabê onquitá
Vai sofrê cuminerim
Inté seu Varão chegá
Vou fazê urucubaca
Dexá ocê cum inhaca
Cacara ingual uma vaca
Fedeno qui nem gambá!

Vou lintupi di angu
Cunzinhado cum toicim
Semente di mulungu
Infiá no seu fucim
Vai gritá: mai oncontô?
Nossinhora, proncovô?
Se priguntá e o sinhô?
Nem vou dizê doncovim...

Mai moro anqui na restinga
Logo dispois do corguim
Lá se bebe a boa pinga
Tira gosto cum quejim
Mai condo o cabra é abusado
Nóis dexa ele inforcado
Lá num gai dipindurado
Pra arrespeitá minerim!

Purtanto cabra safado
Vai lambê banha de porco
Vai limpá curral cagado
Vai chorá qui nem um chorco
Seu Varão, dono da Lua,
Condo passá na tua rua
Vai tismagá na charrua
Vai dexá teu fucim torto!
Inté!

Anônimo disse...

Moço seu minino.
Cabra macho.
Desse repente não me afasto.
Meu Padim.
Deus o tenha.
É terstemunha,foi você que me desafio.
E vou correndo ladeira abaixo.
Pois o queijo já rolou.
Meu facão foi que avisou.
Batendo por cima em baixo.
Da lua.
Só se passar por cima do meu cadaver para levar um tasco.
Dessa prosa eu não fujo.
Tenho um nome a zelar.
E não vai ser nenhum rola bosta.
Que vai me fazer pifa.
Já armei uma esparrela pra pegar reles pardal.
Toma cuidado seu moço com o fio do meu punhal.
Santo Antonio.
Meu padroeiro.
São gorge, velho Gurreiro.
Que ilumine a cabeça desse meu desafeto.
Pois não mato por dinheiro.
E passa boi, passa a boiada.
Socando essa terra que por falta de agua.
Já anda estorricada.
Comigo é assim.
Se escrever e não ler, tira da reta pois o pau vai comer.
Vim aqui e disse o meu recado.
Cabra se tu é bom, vai tratando de sumir.
Nem quero saber que é poeta.
Com um verso ti quebro a cara.
E com um poema.
Ti mando para a beira da vala.
Lá pro meio dos porcos recitar o seu cordel.
Pois cara metido a besta assim como você.
Não serve nem pra limpar a bosta do meu cavalo.
E nesse trem já vou entrar.
Vou lá para Bel zonte.
A lua quero ispiar.
E chamar de meu bem.
Partindo para bem longe.
Só para não olhar a cara que você tem.
Dos meus versos fiz a prosa.
Quem quiser que conte outra.
Sem sair da parodia.
De homem quero distância.
Pois mulher e que me deixa prosa.
encilo o meu cavalo baio.
Coloco a lua na garupa.
E no terreiro do Varão.
Eu canto de galo.
JC.

Anônimo disse...

A onde essa briga vai chegar eu não sei.
Só a lua pode eternecer.
Por isso seu Varão.
Vá tirando o time de campo.
Pra não modo de sofrer.
E nem olhe pra traz.
Pra de saudade não morrer.
E quando se alembrar.
Ou me ver passar por algum lugar.
No pensamento ira dizer.
Lá vai o cara.
Que me passou pra traz.
JC.

Anônimo disse...

O gato nunca ensina o pulo que vai dar.
Por isso seu moço toma cuidado a onde vai por a mão.
Se de fato a lua e a sua intenção.
Aviso lhe.
Que chegou atrasado com sua fraca pretenção.
Tira o seu cavalo da chuva.
Pois com minha boiada vou passar.
E por ser um cara dos bons.
Pode ficar com todo o estrume que por aqui os bois deixar.
JC.

Ineifran Varão disse...

Epa! Epa! Pó pará!
To chegando de viagem
Vem você me apurrinhá
Abusou da sacanagem
Pegou pesado demais
Sujeitinho contumaz
Ta indo longe, rapaz,
Ta me enchendo o saco já!

Ta cansado de saber
Que da Lua sou o dono
Se bem você souber ler
Aqui sou dono e patrono
Renda-se à realidade
Faça um bem à sociedade
Não fale vulgaridade
Recolha-se ao abandono!

Vá catar piolho em cego
Vá chupar um parafuso
Até ele virar prego
Pra não se sentir confuso
Saiba, pois, que a Lua é minha
Viu, seu cara de fuinha,
Pare co’essa ladainha
Que já ta virando abuso!
Ora, ora!

Anônimo disse...

Chegou de viajem.
E já correu para o computador.
Só para me ler.
Um cabra macho que não diz besteira.
E só se arretira quando a briga acabar.
Seu varão.
Já olhaste para o Céu.
Para ver como a Lua esta bonita.
Mas isso não é pro seu bico.
Que vá comer serras ou alpiste.
Pois já marquei meu território.
Já até estou ensaiando umas palavras para Lua dizer.
Lua Luar.
Meu coração é só saudade para quando ti encontrar.
Que se rasga o véu da intimidade.
Pois não canso de falar.
Pode até cair trovão.
Mas sei as nuvens irão amainar.
Quando souberem o que vai nesse coração.
Cheio de amor pra dá.
Vinte bois já e manada.
Onde socam essa terra esturricada.
Que com muito amor eu vim buscar.
A flor mais perfeita que nenhum poeta sabe escrever.
Lua, essa flor só pode ser você.
Viola em riste no meio da rua.
Tocando toda a inspiração contida num momento.
E nem a de se ligar.
Se o entorno reclamar.
Pois essa lua e só minha.
Eu vi primeiro.
JC.

Ineifran Varão disse...

Ouça, caro desafeto,
O recado que lhe dou
Regrido você a feto
Na bobagem que falou.
Não vou gastar mais palavra
Deixo aqui a minha lavra
Contra sua pseudopalavra
Como o gênio me ensinou!

São Jorge mandou dizer
Que perdeu a paciência
A guardar meu benquerer
O faz por obediência
Pois no céu está escrito
Sacramentado e bendito
Que a Lua é minha, repito,
Dada à minha competência!

Foi um presente paterno
Papai do céu quem me deu
Quando uma noite, no inverno,
Ele viu a Lua e eu!...
Disse: Vocês se merecem
Um ao outro se aquecem
Amores assim florescem
Vai, ó Lua, ele é seu!

A Lua me deu um sorriso
Cheia de contentamento
Me levou ao paraíso
Me mostrou o firmamento...
Aonde vou vai comigo
Ratificando o que eu digo
Fazendo-me seu abrigo
A todo... Todo momento!

Por isso, meu camarada,
Sarta de banda, vá embora
Vou te dar u’a saraivada
Vai ser cuspido na hora
Ponha a viola no saco
Saia catando cavaco
Que esse seu balacubaco
Tá fedendo a caipora!
Ora!

Viu primeiro é uma conversa
Eu vi primeiro que tu
Tu ou eu, ou vice-versa
Fecha esse bico de anú
Não adianta espernear
Soltar grunido ou chorar
Vai catar côco no mar
Ou esturricar em Bangu!

Quando olhar pela janela
Que vir a lua passando
Pode olhar que to com ela
Com São Jorge nos guiando
Uso uma lança tão forte
Rasgo tua boca num corte
Que vai do sul até o norte
Que a cabeça sai rolando!

Pra ‘zoreia’ faço um gancho
Pra ‘mode dipindurar’
Na entrada do meu rancho
Pra assombração espantar
e essa tua cara feia
embalsamo com areia
dou de presente à sereia
lá bem no fundo do mar!!

Vai ficar toda enfeitada
Virar nicho de coral
De peixe toda cagada
Pra nunca mais fazer mal!
Lembra-te que a Lua é minha
Sou o rei e ela é a rainha
Sou carreta e tu, fusquinha,
Titica do meu quintal!

Anônimo disse...

Meu prezado cidadão, senhor varão.
Tenha muito respeito com o que da boca vai falar.
Fiquei triste em saber, que uma resposta sua.
Foi pros quintos do inferno.
Um administrador do blog não gostou.
E tratou de passar o cutelo.
Por isso quero ti afirmar.
Vamos dar o dito por não dito.
E essa brica terminar.
O blog não e nosso e nem pedimos permissão.
Mas temos que tomar respeito pois já houve uma reação.
Ti agradeço pela participação.
E aqui venho me confessar.
Quando falava da Lua.
Me referia ao astro pois não sou besta.
Não compro nabos em saco e nem ponho a mão em casa de marimbondo.
Valeu mesmo me xingando.
Pois dei muitas risadas e ate aproveitei pedaços das minhas respostas em outros blogs.
Mas sabe como é o blog não é nosso e respeito a Lua.
Vá que éla não goste do que tamos transformando o seu espaço e não reclame por causa da amizade.
Por isso vou me dispidindo desse meu velho amigo e desafeto.
Que por pouco do meu punhal não provou.
Pra quem fica se apagar toda bobagem que deixei por cá.
Vou agradecer.
E Varão, aqui fica um recado.
Atravesse mais não no meu caminho.
Pois para não entrar numa briga sou até de dar um boi.
E se preciso.
A boiada também.
Uma boa semana Santa com bastante paz.
Abraços do amigo.
Apegaua,,,

Ineifran Varão disse...

Valeu, meu amigo, foi um prazer duelar com você. Exercitamos nossa criatividade e saiba, não foi a dona do blog quem tirou. Deve ter havido algum erro. Postei de novo junto à última postagem. Não se preocupe, ela e muitos gostaram das nossas falas... rsrs
Tenha uma feliz Páscoa, com muita paz.
Abraços do amigo
Ineifran Varão

Luna Di Primo disse...

rsrs... a Lua quase vem à terra massacrar os dois rsrs... gostei muito, diletos companheiros da poesia... me alegrou... ri como criança, alias, a criança que habita em mim deu belas gargalhadas... alegraram meu blog... isso é privilégio... beijo aos dois grandes duelistas, estrelas de primeira grandeza... felizes sejam sempre... bjuuuuuuuuuuuu

Anônimo disse...

Tempo de paz,,,
Corra cabra que lá vem à volante.
E eu com isso.
Estão-se em paz.
Já não existe instrumento para se brigar.
Por um momento.
Mataram se a liberdade.
Mas que não se contente o vencedor.
Enquanto houver a opressão.
Germinara eu muitos corações.
A vontade de se libertar.
Por enquanto a de se ostentar o luto.
Tempo merecido para.
Se contar os mortos.
Refazer a vida.
E seguir em frente.
Por que dês de que o mundo é mundo.
Existira a paz até no meio das feras.
JC.

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