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17/07/2012

Quase... - / - Ousadia Antológica





 

sexta-feira, 13 de julho de 2012


Quase... - / - Ousadia Antológica







Pra começar:





Quase...!


                            Pensei em não escrever crônica, hoje. Soterrado em meus próprios escombros, pensei em ficar quietinho aqui. Mas, aí, talvez, influenciado pelo dia do rock, resolvi chutar o balde.
                            Aceito o desafio. Querem me provar. Provem! Ainda não foi suficiente, tudo que passei. Legal! Tô dentro! Manda ver! Eu encaro! Cheguei até aqui, não vou mijar pra trás agora.
                            Criarei um oásis, nesse sertão. Farei nascer uma flor em cada fenda da terra seca. Do carinho esquecido... De tanta paixão perdida...
                            Minha vida toda foi quebrar padrões. Quebrarei mais esse. Sob protesto, que fique bem claro. Se Ele me ouvisse, afastaria de mim esse absurdo cálice. Mas, cansei de chamar. Vai assim mesmo.
                            Sou poesia! Detesto melancolia! Jamais tomará conta de mim, a tristeza. Por isso me descabelo pela casa afora, pra expulsá-la, para exorcizá-la, já que os fatos têm cooperado tanto com ela.  É algo que devo ao meu fim! Portanto, com ou sem o que pensava imprescindível, aqui vou eu. Solto no ar! Espalhando afeição, incondicionalmente, irrestritamente, reconheço que: furiosamente!
                            Espelharei até me esgotar. Pretendo, ousadamente me aprimorar, para incomodar todo sentimento, inutilmente poupado, estupidamente preservado!
                            Enquanto o lirismo me habitar, estarei pelo ar, irradiando paixão, pra acordar a multidão deste limbo chamado ambição!
                            Espero, ainda, ver brilhar o amor que tão incontestavelmente semeei... Não quero o isolamento para meus irmãos. Quero que se encontrem, que se reconheçam e que se gostem, como se disso dependesse, as suas adormecidas vidas. Esta será a grande conquista. A global redenção. Então, a satisfação não será só minha, mas de toda a imensidão!






                  Ousadia Antológica


Cada vez mais, gosto de praias vazias...
Fico ali olhando,
Admirando
O cenário todo,
Com cara de bobo...
Do oceano, enfeitiça-me a melodia!

Foi sua “Ardentia”
Que me mostrou a real meta,
Que me fez poeta!
Deu-me a alforria!

Libertou-me, o mar,
Com seu delicado marulhar...
Invadiu-me a alma,
Com sua inconstante calma...
Mostrando-me as vantagens,
De seguir a própria paisagem...

De escalar minha montanha,
Para poder validar a estampa
De minha passagem,
Por essas paragens.

Estou tão impregnado de mar,
Que onde quer que eu vá,
Será dele,
Pra ele,
Meu respirar.
Em sua maresia, aprendi a voar!

Desde então, nunca mais pousei!
Foi por gostar,
Para continuar a amar,
Que, antologicamente, ousei.
Permanecerei em ousadia,
Apaixonado...
...Arrebatado!
Em qualquer autarquia,
Do céu ou da terra!
...Ah! Sou filho do mar com a serra!


Pra encerrar:




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